sábado, 6 de novembro de 2010

A máxima do bicheiro: vale o que está escrito?

Publicado em 06/11/2010
por Francisco Mattos
Vestibulares, ENEM, concursos públicos e tantos outros mecanismos que “cismam” em nos ridicularizar diante de um ínfimo número de iluminados na arte de escrever bem. Não podemos inserir neste irrisório rol, alguns professores, pasmem, de Português. Afirmam saber as técnicas de como fazê-lo (façam o que digo e o que não faço!), mas, dificilmente ou quase nunca, o fazem. E nesse balançar serroteano, nesse vai-e-vem sonolentamente irritante, nesses momentos de desespero para os pobres coitados dos alunos, aparecem os contundentes críticos do que escrevem os que não foram, ao longo dos estudos da educação básica, incentivados à produção textual.
Lanço aqui um desafio: o MEC deveria selecionar, aleatoriamente, alguns professores de Língua Portuguesa, para, também, fazer a mesma redação que os alunos, assim do nada, como é feito com os estudantes.
Desta forma, acredito, o senso comum do “faça o que eu digo, mas não faça o que faço” se transformaria em águas passadas e passaríamos a ter um país um pouco mais letrado. Viajem comigo: a cada tema solicitado pelos professores para que os alunos desenvolvessem, ele, também, o faria. Verdadeiro ambiente de produção. Depois iriam todos para o laboratório de informática e produziriam blogs para a publicação dos textos construídos.
Interessante, não?
Observação: Em anexo, um vídeo com algumas dicas sobre como fazer uma boa redação no ENEM.

Técnicas de elaboração de artigo científico

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